Bruna Longo, Vitor Julian

Capa pública
Bruna Longo acaba de morrer e procura elaborar o luto de si mesma – a única coisa que não podemos fazer empiricamente – enquanto reflete sobre a relação humana com a finitude, o tabu da morte na vida cotidiana e o processo de eliminação do rito fúnebre nas sociedades capitalistas ocidentais. O espetáculo é inspirado na morte recente do pai da atriz.
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Capela do Cemitério do Redentor
16 de jan. de 2026 – 8 de fev. de 2026