Em A gente é sutil, vocês são explícitos, os performers partem da fala – nós somos sutis, vocês são explícitos – de um europeu ao artista Leandro Souza em uma conversa sobre dança contemporânea. Os artistas mergulham nas dinâmicas entre o "Nós" e o "Vocês", numa criação coreográfica tecida pelo emaranhamento entre corpo e palavra. É uma tentativa de riscar o disco, produzir cacofonias vocais e corporais e tornar evidente mecanismos de captura de corpos e subjetividades ao mesmo tempo em que procura lançar novos imaginários.
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