A IRA DO AFETO
Débora Veneziani · 2023
No dia de seu julgamento imaginário, a palhaça Devora implora pela prisão como única forma de garantir sua segurança e a dos demais. Equilibrando-se no limite entre sua sensação interna e a realidade, a palhaça convida o júri/público a mergulhar na luz e nas trevas do afeto sob sua ótica. A urgência de Devora demanda do público veredictos sobre os limites da normalidade: o que mais deseja é extirpar de si qualquer resquício de loucura. Será que sobra alguma coisa depois?
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