André Araújo, Juliano Cazarré, Pedro Martins, Rosanna Viegas

Capa pública
Rindo da desagradável impossibilidade de controlar a morte, a peça conduz o público a questionar a vida. O espetáculo coloca a morte em xeque ao apresentá-la com pulsação e intensidade, em cenas distintas e em ritmo frenético de uma narrativa não-linear. A dramaturgia parte do atropelamento de um cão para trilhar variações sobre a morte e como a encaramos, ora arrancando risos encabulados, ora suspendendo a respiração do público via poesia. Entre o fúnebre e o lírico, o espetáculo debate questões como a existência de Deus, a certeza da morte e o medo.
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