Em um espaço público, um corpo híbrido, entre homem e porco, é exposto em uma jaula. Entre instalação, performance e exposição viva, a obra transforma o cotidiano em território de estranhamento, colocando público e performer em um jogo silencioso de observação mútua. A ação investiga controle, mutação genética, exclusão e espetacularização de corpos na contemporaneidade.
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