O primeiro solo teatral de Felipe Barros, dirigido por Heitor Garcia, livremente inspirado no livro Aqui, Agora, Todo Mundo, de Alexandre Mortágua. Com a discografia de JALOO como trilha sonora, o espetáculo mergulha nas camadas da mente de um homem gay que tenta reconstruir sua história após atravessar o limite da existência.
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