Arapuca
Solo performático que transforma em movimento os incômodos da artista diante das diferentes formas de violência e propõe uma reflexão sobre autonomia, dignidade e o direito de ocupar espaços. A obra parte de uma investigação cênica e política que dialoga com autoras como bell hooks, Judith Butler e Djamila Ribeiro. Em cena, PatríciaPina constrói a imagem de um corpo que despenca, é aprisionado e tenta se reerguer diante de um cenário marcado pelo crescimento da violência contra as mulheres.
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