2026

Capa pública
Crédito: Divulgação
A ação convida o público a partilhar um rito de afeto e resistência, em que intérpretes-criadoras entregam cartas escritas por mulheres gordas, negras e ativistas, repletas de palavras de cuidado, enfrentamento e amor radical. Entre trios, duos e solos, corpos dançam como manifestos vivos, desafiando padrões estéticos ao resgatar a beleza como experiência plural e libertadora. Inspirada no poema “Eu-Mulher”, de Conceição Evaristo, a performance transforma o espaço urbano em território de cura, escuta e reexistência.
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