Cecilia Ripoll · 2025
Felizarda é contratada por uma empresa, mas não sabe exatamente para quê. Enquanto tenta entender qual é sua função, vê-se cercada por neuroses e angústias típicas de um mundo hiperprodutivo, onde a comunicação falha e o trabalho invade todas as esferas da vida. A partir de situações absurdas e cotidianas, o espetáculo traça um retrato tragicômico da alienação contemporânea.
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