Uma mulher está sozinha em cena. Entre uma colher, um jardim improvável, um fado e a memória de Joana, a trágica, ela revisita sua história e desfaz o mito de Medeia. Sem pedir absolvição, revela uma mulher madura, ferida e lúcida, que transforma o gesto irreversível em rito de libertação. Matei Jasão é uma confissão sobre culpa, renascimento e reinvenção.
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