Augusto Boal
O ano é 2043. Ao revirar coisas guardadas em sua casa, uma garota encontra o celular de seu falecido pai, um professor de história que havia dirigido uma peça de teatro. No aparelho estão arquivos de vídeo registrando essa tentativa de montagem, ocorrida entre os anos de 2020 e 2021. O texto em questão era O Corsário do Rei, de Augusto Boal, que remete à história real do corsário René Duguay Trouin. A peça faz uma analogia com os primórdios do capitalismo moderno. A garota tenta compor um documentário baseado no que sobrou dessa obra incompleta de seu pai, descobrindo sua própria história ao recompor esses fragmentos do passado.
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