Rudifran Pompeu
O projeto tece uma narrativa a partir do universo do absurdo, questionando o sentido da guerra. É fato que os verdadeiros senhores da guerra, não pisam na linha de frente, e decerto dentro dos privilégios de classe se parecem muito com crianças abastadas em férias jogando Batalha Naval ou War. A peça destaca um recorte de um determinado momento, numa guerra qualquer, onde os dois últimos sobreviventes de um mesmo pelotão estão enterrados até o pescoço, sem conseguir se movimentar, pois já não possuem mais as pernas, tragados e soterrados até o pescoço numa explosão causada por eles mesmos...
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