Beto Matos
Solo que rememora a cena icônica do jovem que se colocou à frente de uma coluna de tanques de guerra um dia depois do massacre de centenas de estudantes em Pequim, na China, em 1989. O trabalho traz à cena esse importante símbolo de resistência do século XX, a partir da perspectiva do soldado que dirigia o tanque, do fotógrafo que registrou a cena e do próprio jovem diante dessa arma de guerra. O texto recebeu o Prêmio Estímulo de Novos Textos de Dramaturgia, em 2010.
Nenhuma crítica publicada ainda.