O trabalho questiona os porquês de um dos retratos mais antigos da mulher na literatura ocidental ser associado ao "esperar", a personagem Penélope, de "A Odisseia", de Homero. A estrutura dramatúrgica se baseia em três perguntas que nasceram uma de dentro da outra: "Por que Penélope?"; "O que se espera dela?" e "E se esperássemos por Penélope, aquela que tanto esperou?".
Nenhuma crítica publicada ainda.