Piranha
2011

Capa pública
Piranha é a metáfora de um corpo em reclusão. Ele se agita nevralgicamente, entre uma dinâmica voluntária e involuntária, sitiado por uma composição de ruídos digitais. O fluxo de movimento que se enreda sob um feixe de luz desdobra, em seu próprio corpo e no espaço cênico, as variações sutis de uma rave, de uma guerra, de uma possessão, de um susto, de uma morte. Os temas mais acessíveis no trabalho são as relações interculturais de um estrangeiro em lugares a serem reconhecidos. Um estrangeiro afastado de seu bando e, experienciando, em exílio cultural, as possibilidades de se viver, sobreviver ou surpreender.
Recepção crítica
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