2026
A encenação acompanha um bufão contemporâneo que, diante da plateia, revisita pensamentos, versos e discursos de diferentes autores. Como mestre de cerimônias e comentarista, o personagem conduz o espetáculo com ironia, questionando certezas e expondo contradições ao transformar sermões e poemas em ações cênicas marcadas pelo humor. O espetáculo marca também o reencontro artístico entre Jairo Mattos e Carlo Milani. Construído a partir do diálogo entre ator e diretor, o trabalho busca um teatro em que a palavra se transforme em ação. A direção de Milani aposta na proximidade com o público e nas mudanças de ritmo para transitar entre o caráter íntimo do sermão, a poesia e as provocações do bufão.
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