Em cena, Guilherme Torres transforma o equilíbrio em narrativa. Entre garrafas de vidro, um monociclo e uma bicicleta acrobática, o artista conduz a travessia de um viajante sonhador que inventa seus próprios desafios enquanto busca alcançar o topo de uma montanha. A cada movimento, risco e delicadeza dividem o mesmo espaço, revelando uma jornada de superação contada sem palavras, mas repleta de imagens, suspense e poesia. Manipulação de objetos, precisão e acrobacia se entrelaçam em um espetáculo que celebra a coragem de seguir adiante, mesmo quando o caminho parece impossível.
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